
Trataremos hoje do disco mais importante da década passada, e da banca que mais influenciou as gerações futuras.
É verdade, não foi o Rock n' Rio que transformou o Rock em febre, nem muito menos Barão e Paralamas, foi o RPM que gerou a catarze que foi o rock nacional nos anos 80. Se são ou não são os melhores, quem será, a partir de que horas virá o melhor, ou deveríamos criar um ranking tipo da ATP considerando o ano e o acumulado?
Não o Rock não é de melhor ou pior, nem deve ser estudado, muito menos ser ensinado. O que é fato que o quarteto liderado por Paulo Ricardo foi o maior demonstração de fanatismo popular abaixo do equador, desde os Beatles.
É fácil de explicar, as músicas traziam uma linguagem nova, quase inglesa (new wave) para época, o show era dirigido e produzido por Nei Matogrosso, que há tempos era príncipe dos palcos, além de trazer conceitos Hi-teck para espetáculo como luzes trabalhadas e lasers. Portanto o conceito de apresentar apenas as musicas haviam sido largadas para trás, agora se tratava de algo maior que deixavam as platéias atônitas com a fumaça e o jogo de luzes. Quem viveu viu, era simplesmente fantástico.
A banda era muito boa, tinha o competente PA nas baquetas que gerava uma segurança para banda, Schiavon nos teclados trazia as inovações inglesas necessárias ao som, Fernado Deluqui nas guitarras que era explosivo e Paulo Ricardo no baixo e vocal que com suas linhas marcantes cheias de slaps e sua voz rouca formavam o ingrediente fatal desta apresentação ao vivo.
Os hits surgiam a todo o instante e o disco foi quase em suas integralidade um sucesso radiofônico. Acrescente ai, que pela primeira vez a banda trazia a atitude as roupas, que bregas ou não, amontoaram-se às ruas pelos fãs.
O Rock largou o submundo da radio Fluminense e foi para TV e Rádios de todo o país. O disco até hoje é o mais vendido do rock nacional deixando para trás fenômenos como Roberto Carlos e os Sertanejos.
Para quem gostou deixo aquele olhar 43 meio assim de lado, e indicando para que escutem novamente o disco, não as canções apenas, e sim o trabalho cauteloso desse músicos fantásticos.
É verdade, não foi o Rock n' Rio que transformou o Rock em febre, nem muito menos Barão e Paralamas, foi o RPM que gerou a catarze que foi o rock nacional nos anos 80. Se são ou não são os melhores, quem será, a partir de que horas virá o melhor, ou deveríamos criar um ranking tipo da ATP considerando o ano e o acumulado?
Não o Rock não é de melhor ou pior, nem deve ser estudado, muito menos ser ensinado. O que é fato que o quarteto liderado por Paulo Ricardo foi o maior demonstração de fanatismo popular abaixo do equador, desde os Beatles.
É fácil de explicar, as músicas traziam uma linguagem nova, quase inglesa (new wave) para época, o show era dirigido e produzido por Nei Matogrosso, que há tempos era príncipe dos palcos, além de trazer conceitos Hi-teck para espetáculo como luzes trabalhadas e lasers. Portanto o conceito de apresentar apenas as musicas haviam sido largadas para trás, agora se tratava de algo maior que deixavam as platéias atônitas com a fumaça e o jogo de luzes. Quem viveu viu, era simplesmente fantástico.
A banda era muito boa, tinha o competente PA nas baquetas que gerava uma segurança para banda, Schiavon nos teclados trazia as inovações inglesas necessárias ao som, Fernado Deluqui nas guitarras que era explosivo e Paulo Ricardo no baixo e vocal que com suas linhas marcantes cheias de slaps e sua voz rouca formavam o ingrediente fatal desta apresentação ao vivo.
Os hits surgiam a todo o instante e o disco foi quase em suas integralidade um sucesso radiofônico. Acrescente ai, que pela primeira vez a banda trazia a atitude as roupas, que bregas ou não, amontoaram-se às ruas pelos fãs.
O Rock largou o submundo da radio Fluminense e foi para TV e Rádios de todo o país. O disco até hoje é o mais vendido do rock nacional deixando para trás fenômenos como Roberto Carlos e os Sertanejos.
Para quem gostou deixo aquele olhar 43 meio assim de lado, e indicando para que escutem novamente o disco, não as canções apenas, e sim o trabalho cauteloso desse músicos fantásticos.

